Apaixonada por almas profundas e intensas, artes, fotografia, terror e café! Nasci de cesárea aos sete meses, no hospital do Servidor, na
grande São Paulo no verão de 1978. Desde então moro em uma cidade do interior
no estado de São Paulo.
Ansiosa de carteirinha, quando me perguntam se nasci de
sete meses...
Adivinhem a resposta?
Pois bem, nasci sim de sete meses.
Amo o
que eu sou.
Tenho defeitos, tenho consciência deles e busco sempre melhorar. É
um trabalho diário. Sou Designer Gráfico, Fotógrafa, Redatora, Resenhista, Revisora, Escritora e Taróloga apaixonada
por terror, horror psicológico, suspense e folkhorror. Minha mais nova aventura é viver fazendo o que mais amo: Falar sobre
livros, artes, desenhar, pintar, escrever, confeccionar artesanato, enfim... Criar!. Descobri que com o tempo a paixão e o amor se unem para
darem à luz um sentimento mais brando, suave que impregna na alma tornando
dolorosa a ideia da falta do outro.
Mãe de três preciosidades (uma delas deu
adeus a vida aos 23 dias de nascido), nas quais tenho o privilégio de me ver em
cada um deles e se for capaz de juntá-los terá um mosaico do que é a Marjory. Sou uma mulher apaixonada por tudo que faço e se não sou apaixonada,
deliberadamente detesto. Não me importo em agradar, também não me incomoda em
desagradar, caso isso bata de frente com meu caráter.
Não sou daquelas pessoas
autossuficientes que vivem muito bem na amargura da solidão, preciso de outras
pessoas e dos meus aqui por perto. Mas a ideia de ter alguém perto de mim por
qualquer motivo que seja contrário ao fato de ser por vontade própria e por se
sentir bem ao meu lado me enoja.
Sou o que sou e estou satisfeita com a pessoa
que me tornei. Capaz de ser extremamente feliz nos momentos felizes e
extremamente triste nos momentos tristes. Capaz de vivenciar o luto em todas as suas tonalidades e ao mesmo tempo amar as cores alegres da vida! Ter o privilégio de viver todos os momentos da vida me encanta, fazendo com que eu veja a sutileza de algo maior na minha
existência. Viver é simplesmente maravilhoso!
Péssima com números, amo as
letras, as artes e a filosofia. Adoro a lógica, e a paciência faz parte do meu estreito rol de
qualidades. A vida me ensinou a esperar o momento certo para agir.
Totalmente diferente da grande maioria das pessoas, nem pensem em me comparar,
isso pode frustrá-los. Não espero acertar toda vez, afinal errar é humano e não
vejo problema algum em admitir. Errar não é defeito, é aprendizado. Aglomeração
de pessoas me sufoca. Gosto da solidão da madrugada e do silêncio da noite, da tarde do final de outono e da alegria de uma manhã de verão. Faz
um bem danado passar algum tempo dentro de mim mesma onde nada e ninguém pode
alcançar.
Borboletas me dão sensações estranhas que costumo chamar de medo.
Fora isso quase nada provoca o mesmo, as tempestades me encantam, apesar de já
ter fugido delas um dia. Não tenho medo do escuro, da bruxa na floresta, do
bicho papão, do lobisomem, do vampiro, do fantasma ou do pior monstro que a
imaginação vir a criar ou já ter criado. Concentro todas as minhas suspeitas no
ser humano, este sempre se mostrou ser o pior deles: finge, dissimula, engana e ao contrário dos
outros nunca podemos saber o que esperar. No entanto, ainda não perdi a esperança na humanidade como um todo, pois, apesar de ter conhecido alguns "monstros", encontrei pessoas magníficas em minha jornada. Acho que é essa sensação divina que não permite que a humanidade seja destruída.
Não suporto hipocrisia, não
tolero falsidade, e se for para defender as minhas ideias sou capaz de descer
ao inferno. Acredito que quando defendo o que penso, luto por ter a liberdade
de ser eu mesma e dou aos meus filhos o ideal social que busco.
Prefiro o amargo ao doce, o frio ao calor, o selvagem ao
doméstico, o terror ao romance, o gozo ao carinho, a fidelidade ao invés da
lealdade, a sinceridade ao invés da honestidade.
O artesanato e a escrita são minhas terapias para além da profissão e o que me motiva a levantar pela manhã todos os dias com alegria.
Escrever é um arrombo de
sentimentos, não tem como escrever sem sentir. É um ato que dá liberdade de
fazer qualquer coisa. É mais que uma paixão lidar com as palavras. Vivenciá-las
a cada cena é lançar um olhar para o íntimo e ver que é possível ter várias
vidas...
E claro! Sorvê-las até a última gota...
Comentários
Postar um comentário